quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pirelli apresenta nova gama de pneus na Fenatran 2013

Linha de radiais para caminhões e ônibus foi desenvolvida exclusivamente para o mercado da América Latina

 Foi apresentada na 19ª Fenatran a nova gama de pneus Pirelli desenvolvida especialmente para a América do Sul: a 01 Series. Desenvolvidos no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da fabricante no Brasil, em Santo André (SP), os modelos configuram a renovação de toda a linha destinada a atender a todas as aplicações de caminhões e ônibus.

Com investimento de aproximadamente US$ 200 milhões no Brasil entre 2012 e 2015, os novos pneus serão produzidos na fábrica de Santo André, no estado de São Paulo, e em Gravataí, no Rio Grande do Sul, com processo industrial desenvolvido especialmente para o segmento de transporte.

Segundo a fabricante, os compostos e estruturas do pneu contribuem para a redução de aproximadamente 2% do consumo de combustível e na busca por três vidas úteis de cada unidade.

Após teste comparativo com os modelos antigos, foi constatado que a nova família conta com melhora de 15% em rendimento quilométrico e em resistência ao rolamento, evolução em 30% dos índices de reforma, 25% a mais de resistência estrutural contra impactos, ganho de 10% em dirigibilidade e 25% em relação ao rumor produzido durante a rodagem.

Ao todo, a Pirelli realizou mais de três anos de testes e em quase 1,5 milhões de quilômetros em frotas da Argentina, Brasil, Chile e Colômbia.

A nova linha de pneus chega ao mercado com o apoio da recém-lançada plataforma de serviços Fleet Solution, um pacote completo de apoio que a Pirelli oferece às frotas com foco em sustentabilidade e redução de custos operacionais.

“A linha 01 Series e a plataforma Fleet Solution chegam para revolucionar o mercado de transporte. Com crescimento consistente e sustentado pelo agronegócio, a mineração e pelas obras de infraestrutura, este mercado recebe da Pirelli o melhor em termos de tecnologia, performance, economia e respeito ao meio ambiente”, afirma Gianfranco Sgro, diretor geral de operações da Pirelli na América do Sul. “Os gestores das frotas e inclusive os motoristas poderão conseguir uma gestão mais eficiente e econômica dos pneus dos próprios veículos, com grandes vantagens nas atividades do dia o dia, além de uma sensível redução de consumo de combustível”, acrescenta.


Os modelos disponíveis são: FR:01 e TR:01 (pneus para transporte em estradas de média severidade); FH:01 e TH:01 (para percursos rodoviários de baixa severidade); FG:01 e TG:01 (pneus para trechos mistos); MC:01 (transporte urbano); ST:01 (para implementos rodoviários); TQ:01 (para o transporte em terrenos altamente irregulares).


terça-feira, 29 de outubro de 2013

RODOLINEA APRESENTA NOVIDADES NA FENATRAN

Produto que promete evitar desperdício durante o transporte de grãos é uma das atrações

A RodoLinea participa da Fenatran 2013 reforçando sua preocupação em pesquisa e desenvolvimento de novas linhas de produtos, além de reforçar a rede de representantes. Entre as novidades apresentadas pela marca estão o Rodotrem Basculante de Alumínio e o Silo para Ração, também feito em alumínio. Os produtos são fruto da parceria da RodoLinea com a empresa italiana Menci, que, há mais de 60 anos, detém tecnologia de ponta para a produção deste tipo de produto.

Outra novidade é o Graneleiro Veda Grão, um produto exclusivo que evita o desperdício durante o transporte. Além disso, a empresa expõe um Carrega-Tudo 4 eixos, com pescoço removível.


Caminhões podem ser financiados a juros zero


Caminhões  com 30 anos ou mais podem ser substituídos por veículos novos e financiados a juros zero por meio do programa Renova SP. “Nós colocamos R$ 300 milhões da Desenvolve SP, o Governo equaliza a taxa de juros e a única exigência é que o caminhoneiro entregue seu caminhão para a reciclagem”, disse o governador Geraldo Alckmin durante a Solenidade de Abertura do 19º Salão Internacional de Transportes – Fenatran.
O Renova SP é um programa de incentivo, subsidiado pela Agência Desenvolve SP. Só na região do Porto de Santos, a previsão é substituir cerca de mil caminhões velhos, que serão enviados a uma empresa recicladora credenciada pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Interessados podem simular o financiamento diretamente no site da Desenvolve SP.

O governador também ressaltou o avanço do setor de transportes no Estado de São Paulo, com o avanço da tecnologia e a alta das vendas. “Um setor que é o motor do desenvolvimento, ainda mais em um país grande e continental como é o Brasil”, afirmou.


DAF começa vendas de XF 105 em novembro

A DAF, marca de caminhões  do grupo Paccar, cumpre rigorosamente o que prometeu há exatamente 2 anos durante a Fenatran de 2011, a feira internacional do transporte: começou em outubro último a produção de seu extrapesado XF105 em Ponta Grossa (PR) com investimento próprio de US$ 320 milhões e passar a vender o modelo para todo mercado nacional no início de novembro.
Michael Kuester, diretor comercial da DAF Brasil, contou durante a Fenatran deste ano – que ocorre de 28 de outubro a 1º de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, e que recebeu a imprensa especializada no domingo, 27 – que o extrapesado, com mais de 60% dos componentes nacionais, passa pela aprovação final do BNDES para que seja 100% financiável pela linha Finame, processo que deve ser concluído nas próximas semanas.
Segundo o executivo, na próxima segunda-feira, 4, os primeiros caminhões XF 105 sairão da fábrica em direção as concessionárias da marca. Até o fim do ano, 20 lojas abrirão suas portas. Serão inauguradas oito na região Sul. Seis no Sudeste. Duas no nordeste. Três no Centro-Oeste. E uma no Norte. Todas elas oferecerão também serviço de manutenção.

 No ano que vem, a DAF espera dobrar o número de lojas. Além do XF 105, nas versões 6X2 e 6X4 e com duas opções de cabine, Confort Cab e Space Cab, a marca também produzirá no Brasil uma nova linha, a CF, de caminhões médios e pesados, além de novas versões do XF 105, como a equipada com teto mais alto e a com pacote de suspensão pneumática.
A DAF ainda faz suspense em relação ao preço do extrapesado, mas admite que não será tão acessível por ter acabamento e conteúdo premium. Nas expectativas de Marco Antonio Davila, presidente da DAF Brasil, não demorará muito para que a marca abocanhe uma fatia de 10% do segmento de extrapesados. Espera levar no máximo cinco anos. Até 2018, com crescimento de 5% ao ano, Davila aposta que o segmento deverá atingir entre 120 mil e 140 mil unidades.



Scania apresenta na Fenatran 2013 o novo 620 8×4 para 250 toneladas

A Scania lança na Fenatran 2013 uma nova era para o mercado de caminhões: o da rentabilidade máxima para o cliente. Esse conceito permeia todas as soluções da marca e estará bem representado no Streamline. A fabricante sueca também apresenta ao público o novo R 620 8×4, com capacidade máxima de tração de 250 toneladas, e o novo P 310 6×4, com redutor nos cubos (sucesso de vendas da Linha Off Road 2013). O 19º Salão Internacional do Transporte será realizado em São Paulo de 28 de outubro a 1º de novembro.
No estande, de 2 mil metros quadrados, dividido em oito espaços personalizados, outra atração é o caminhão-show Streamline R 620 V8 equipado com algumas das mais altas tecnologias que a Scania pode oferecer globalmente. Além dos 12 veículos, estão em exposição três motores, um deles movido a etanol, e o público pode interagir com o estande em diferentes áreas.
A grande surpresa reservada para os visitantes é uma viagem pelo tempo por meio de pinturas especiais de oito dos 12 caminhões expostos. A simbologia representada pelas cores faz analogia aos produtos que marcaram a indústria ao longo dos 56 anos de presença da Scania no Brasil. Entre os símbolos homenageados está o famoso L 111, ou o “jacaré”.
Os veículos da Scania em exposição na Fenatran são: P 250 6×2 e P 310 8×2 (da linha de semipesados); R 440 6×2, R Highline 480 6×4, o caminhão-show R 620 V8 6×4 Highline e o G 400 6×2 (os representantes dos rodoviários Streamline); P 310 4×2 e P 360 6×2 (linha rodoviária de cabine P); além do lançamento R Highline 620 8×4 para 250 toneladas indicado para o segmento de cargas indivisíveis, e dos modelos fora de estrada G 480 6×4, G 440 8×4 e o recém-lançado P 310 6×4, com redutor nos cubos.
“Queremos mostrar e reforçar no mercado que a Scania é o maior símbolo de soluções para o segmento de transportes. Nesta Fenatran estamos lançando os caminhões Streamline que marcam uma nova era de rentabilidade no Brasil”, salienta Roberto Leoncini, diretor-geral da Scania no Brasil. “Também apresentamos o R 620 8×4, com motor V8, para cargas indivisíveis, e não nos esquecemos da sustentabilidade, pois a Scania é uma empresa pioneira no desenvolvimento de tecnologias para a redução de CO2.”
O estande da Scania está dividido em oito áreas, que representam soluções para o cliente, todas integradas entre si. Os espaços são Streamline, Soluções Scania (Veículos, Serviços e Soluções Financeiras), Veículos Off Road, Semipesados e Rodoviários, Motorista, Sustentabilidade e Scania Shop.
“A Scania está sendo cada vez mais reconhecida como uma empresa que oferece soluções de transporte com veículos e serviços integrados e que proporcionam uma economia superior de combustível, produtividade, rentabilidade e baixo custo operacional”, diz Leoncini. “Quem visitar o nosso estande perceberá o quanto colocamos num mesmo pacote veículos, serviços, motores, soluções financeiras (Scania Banco e Consórcio Scania) e pessoas para atender às necessidades dos clientes e dos clientes dos nossos clientes.”





Volvo apresenta o que há de mais avançado em transporte comercial na Fenatran 2013

Um dos maiores fabricantes mundiais de caminhões, a Volvo apresenta na Fenatran 2013 o que há de melhor e mais avançado em caminhões e em soluções de transporte. A começar pelo FH16, o caminhão mais potente do mundo, com um motor de 16 litros e 750cv, indicado principalmente para o transporte de cargas indivisíveis. “Somos líderes mundiais quando se trata de produzir caminhões com segurança, qualidade e respeito ao meio ambiente”, declara Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.
A Volvo também está exibindo os seus novos caminhões VM. “Atualizamos a linha VM para reafirmar nosso compromisso de oferecer o que há de melhor nesta classe de veículos”, diz Francisco Mendonça, gerente de caminhões da linha VM. Além dos novos modelos 4×2, 6×2 e 6×4, agora a Volvo produzirá os VMs nas configurações 8×2 e 8×4. Eles têm um visual completamente diferente da geração anterior. A cabine do novo VM tem uma aparência muito próxima à dos novos caminhões FH lançados recentemente.
A quarta geração de caminhões da linha VM que está sendo apresentada na Fenatran poderá, em breve, sair de fábrica equipada com a renomada caixa de câmbio eletrônica I-Shift, reconhecida internacionalmente por proporcionar uma série de benefícios. “É uma transmissão que experimentou um sucesso espetacular em poucos anos”, destaca Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.
Financiamento
A Volvo Financial Services oferecerá diversas opções para aquisição dos caminhões Volvo na Fenatran 2013. A VFS tem um banco voltado para a oferta de soluções integradas aos clientes nos diversos segmentos de transporte, que agreguem valor e facilitem o dia a dia do transportador. “Na Fenatran, teremos opções de financiamento, seguros e consórcio”, afirma Márcio Pedroso, presidente da Volvo Financial Services Brasil.
Os novos caminhões VM e toda a oferta de veículos da marca estão amparados pela área de pós-venda. São produtos e serviços que aumentam a disponibilidade dos veículos e a rentabilidade do transportador. “Trabalhamos continuamente para fazer com que o caminhão fique o máximo de tempo disponivel para o traballho, aumentando assim a produtividade da operação”, declara Reinaldo Serafim, gerente de pós-venda comercial da Volvo do Brasil.
Entre as soluções desenvolvidas pelo pós-venda estão: programas de manutenção, peças e lubrificantes genuínos, peças remanufaturadas Volvo (Reman) e o Volvo Atendimento Rápido (Voar) e o serviço de atendimento emergencial da marca.
GNL e diesel
A Volvo ainda está expondo na Fenatran o primeiro caminhão movido a GNL (Gás Natural Liquefeito) e a diesel que está sendo testado no Brasil: um FM 460cv, movido com aproximadamente 70% GNL e o restante a diesel. “Esta é uma tecnologia viável. O gás liquefeito é uma importante alternativa para os atuais combustíveis”, declara Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina.


Caminhão mais potente do mundo chega ao Brasil por R$ 1 milhão

Super caminhão da Volvo tem 750 cavalos de potência e pode transportar até 200 toneladas de carga

SÃO PAULO - O caminhão para transporte de cargas mais potente do mundo será vendido no Brasil por R$ 1 milhão. O veículo chamado FH16-750 é fabricado pela Volvo na Suécia e pode transportar até 200 toneladas.

O caminhão foi lançado no mercado brasileiro durante o Salão Internacional do Transporte (Fenatran), em São Paulo. O avento começou no domingo, 27, e prossegue até 1º de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi.
Motor. O caminhão tem um motor que desenvolve 750 cavalos de potência. Ele só perde em potência para o mostruoso Caterpillar 797, com 4.000 cavalos, de uso exclusivo na mineração pesada. Apesar da robustez do supercaminhão da Volvo, o interior da cabine, disponível em três modelos, oferece itens de conforto como porta-copos e porta-objetos, além de ar condicionado e duas camas para o motorista e acompanhante no modelo top de linha.

Opcionais. Na questão segurança, o peso pesado não fica atrás: pode ser equipado com sistema de apoio ao motorista que ajuda nas ultrapassagens, evita colisões por meio de um radar e detecta sonolência.

Como se tudo isso não bastasse, a Volvo afirma que 95% do caminhão é reciclável, sendo que 33% dos componentes já foram fabricados com material reciclado. Agora basta descobrir qual transportadora irá desembolsar a quantia solicitada para enfrentar as estradas brasileiras.

domingo, 27 de outubro de 2013

Scania lança novo motor Euro 6 de 730CV

Com o lançamento do V8 de 3.500 Nm de torque e 730 Cv  de potência da Scania, a gama de motores V8 Euro 6 da Scania fica completa. As versões de 520 Cv e 580 Cv foram lançadas no início deste ano e apresenta-se agora ao público o V8 730 cv com potência superior para as tarefas mais exigentes. Este motor é conhecido por oferecer uma potência interminável, elevada eficiência e vida útil como nenhum outro.
A Scania propõe agora três motores Euro 6, da sua gama V8, os únicos V8 Euro 6 do mercado. Os clientes que optam por um Scania V8 dão prioridade a características como a performance, a economia operacional e a durabilidade. Os lendários motores V8 da Scania, lançados pela primeira vez em 1969, conquistaram uma posição única no mercado por todo o mundo, e os clientes têm vindo a pedir uma versão Euro 6 com potências superiores.
“A potência pura nunca passa de moda”, confirma Christopher Podgorski, Vice-Presidente Sénior do departamento de Caminhões da Scania. Os nossos clientes compram V8 por muitas razões diferentes, mas a necessidade compreensível de um alto rendimento é sempre uma delas. O fato de os clientes comprarem V8 da Scania repetidamente prova que os V8 são confiáveis e oferecem uma produtividade inexcedível.

Os três V8 da Scania baseiam-se na plataforma de 16,4 litros que foi originalmente introduzida com o motor de 730 Cv, em 2010. Os motores V8 Euro 6 da Scania utilizam um sistema EGR refrigerado a água, combinado com tecnologia SCR e um turbo de geometria variável para atingir os níveis de emissões impostos pela norma de emissões Euro 6. A unidade de silenciador é apenas ligeiramente maior do que a utilizada para os motores Scania de seis cilindros em linha. Isto significa um generoso espaço no chassis para os tanques de combustível e de Arla 32.
Os caminhões Scania V8 são utilizados onde quer que existam tarefas exigentes paraa executar. O motor de 520 Cv vai provavelmente ser o favorito de muitos clientes de longa distância, em virtude da sua resistência e capacidade para enfrentar estradas acidentadas, mantendo ao mesmo tempo um consumo razoável de combustível. A versão de 580 Cv oferece toda a performance do anterior 620.
Por outro lado, a versão de 730 Cv não é obviamente o motor adequado para qualquer aplicação. Os caminhões de transporte de madeira de 60 toneladas nos países nórdicos, o transporte de mercadorias na Alemanha e o transporte geral de mercadorias na Noruega são exemplos de aplicações em que os Scania V8 de 730 Cv são cada vez mais utilizados e se mostram exímios.
O Scania V8 Euro 6 de 730 Cv oferece uma curva de torque ainda mais impressionante comparativamente com o seu antecessor Euro 5. Os engenheiros da Scania criaram uma curva de torque mais larga – o que significa a disponibilidade de um torque máximo desde 1.000 rpm até 1.400 rpm. A caixa de velocidades automatizada reforçada com o Scania Opticruise está instalada de série devido à elevada potência.
Os Scania V8 só estão disponíveis com cabines R de primeira qualidade da Scania. Os Scania V8 podem ser combinados com uma variedade de caixas de câmbio, eixos traseiros com ou sem redução no cubo e outras variações.



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Mercedes-Benz vende mais de 2.800 caminhões para ministério

SÃO PAULO (Reuters) - A Mercedes-Benz, unidade da Daimler, venceu concorrência para venda de 2.884 caminhões extra pesados ao Ministério do Desenvolvimento Agrário que serão entregues em versões caçamba e caminhão pipa, a diversos municípios de pequeno porte e afetados pela seca, informou a montadora alemã nesta segunda-feira.

A volume vendido equivale a pouco menos que um mês inteiro de vendas de caminhões pela Mercedes-Benz, que tem disputado a liderança do mercado brasileiro com a rival também alemã MAN, do grupo Volkswagen, que anunciou no final de setembro venda de 5.200 caminhões e ônibus em licitações dos governos federal e do Estado de São Paulo.

O presidente da Mercedes-Benz do Brasil e chefe da Daimler América Latina, Philipp Schiemer, afirmou em comunicado à imprensa que "diante da pequena expansão da economia brasileira esperada para esse ano, iniciativas como essa do Ministério do Desenvolvimento Agrário são essenciais para estimular o mercado de caminhões e manter os níveis de produção".

A produção brasileira de caminhões acumula crescimento de quase 51 por cento de janeiro a setembro deste ano sobre um fraco desempenho no mesmo período de 2012, enquanto as vendas subiram 13,6 por cento.

Na semana passada, o presidente da associação de montadoras, Anfavea, Luiz Moan, afirmou que a expectativa para 2013 é de vendas de 150 mil caminhões, após 139 mil em 2012 e 172,9 mil em 2011.

O modelo vendido pela Mercedes-Benz ao ministério é o Atron 2729 6x4, produzido na fábrica da companhia em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.

No início do mês, em evento do setor, Schiemer afirmou que a companhia prepara um novo pacote de investimentos para suas operações com caminhões e ônibus no país, depois de anunciar cerca de 500 milhões de reais para a produção de automóveis em uma nova fábrica a ser construída no interior paulista e que deve começar a produzir em 2016.

(Por Alberto Alerigi Jr.)


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Scania apresenta novo motor Euro 6 de 7 litros

A Scania apresentou um novo motor  diesel Euro 6 de sete litros de 280 cv na gama de ônibus, desenvolvido em conjunto com a Cummins, que constitui um complemento à sua gama de propulsores de nove e treze litros. O fabricante sueco passa a disponibilizar motorizações Euro 6 com potências entre 250 e 490 cv e torques entre 1.100 e 2.550 Nm.
Tal como outros motores Euro 6 da Scania, o novo seis cilindros em linha conta com injeção de combustível ‘common rail’ de alta pressão e turbocompressor de geometria variável, assim como uma tecnologia baseada na combinação entre recirculação de gases de escape (EGR) e redução catalítica seletiva (SCR). Com uma potência de 280 cv e um torque de 1.100 Nm, o novo propulsor oferece boas potência em cidades com uma topografia relativamente plana.
O motor de sete litros pode ser montado em posição transversal ou longitudinal em ônibus de piso rebaixado ou semirrebaixado (low entry) e está disponível para as mesmas configurações de ônibus que as versões dos motores de nove litros e adaptados para carrocerias locais.
A menor cilindrada proporciona economias de peso no próprio motor, assim como em alguns acessórios. Graças ao torque mais baixo do motor de 7 litros, é utilizada uma versão mais leve da transmissão automática ZF.
Em termos globais, a nova motorização proporciona uma redução de peso até 500kg, comparativamente aos ônibus com motor de nove litros, baixando assim o peso do eixo traseiro sem carga e permitindo um maior número de passageiros a bordo.
O motor Scania Euro 6 de sete litros foi estreado no Busworld, em Kortrijk, na Bélgica, num ônibus urbano de piso semirrebaixado (low entry) de 12 metros Scania Citywide 4×2, com carroceria em alumínio e três portas, que oferece uma lotação de 21+2 lugares sentados.


domingo, 20 de outubro de 2013

Lançamentos da Mercedes-Benz para setor de bebidas

Accelo 1016 e Atron 1719 são voltados para o mercado de distribuição de bebidas
Um mercado que representa em torno de 3% do PIB não deve ser descartado. E, em razão disso, é que a alemã Mercedes-Benz apresentou dois caminhões da sua linha direcionados ao setor de distribuição bebidas frias - leia-se cerveja, água e refrigerante.
Os modelos são Accelo 1016 dimensionado para receber o 3 eixo e o semipesado Atron 1719. O diferencial do Accelo 1016 é que ele teve seu trem de força dimensionado para receber a instalação do 3 eixo e, assim, rodar com 13 t de PBT, porém, sem comprometer suas características de VUC, cujas dimensões para rodar nos centros urbanos devem ser de 6,30 m de comprimento e 2,20 m de largura.
Para o semipesado Atron, a MB preparou o kit bebida. Adicionando à estrutura do veiculo dois eixos cardans, mola traseira curta e outros componentes para facilitar a implementação de carrocerias rebaixadas. Segundo Cláudio Gasparetti, gerente de marketing do produto caminhões, o kit evita que o implementador use peças do mercado, garantindo o uso de componentes da marca, que são de fácil acesso no mercado de reposição, podendo baratear a instalação do implemento.

Marcos Villela / Andrea Ramos


Avaliação do Mercedes-Benz Axor 1933

Modelo está equipado com o motor OM 926 de 7,2 litros e 326 cv

Com a filosofia criada pelo marketing da marca “trucks you can trust” (caminhão em que você pode confiar) a nova geração do Axor 1933 BlueTec 5, além de ganhar um motor moderno e estar muito mais econômico, também recebeu uma modificação no visual que lhe deram uma aparência mais robusta. Observe a nova grade frontal, com lâminas encorpadas e a estrela de três pontas em destaque ao centro. O nome Axor saiu da grade frontal e ficou destacado mais acima.
Os modelos que possuem motor OM 926 LA, como o Axor 1933, avaliado nesta reportagem, também receberam novas portas, com maçanetas que, por serem mais ergonômicas na abertura, prometem maior durabilidade. O para-sol nas cabines com teto baixo também é novo, assim como os retrovisores, que estão mais angulares. Por dentro o Axor recebeu novo volante, mais ergonômico, e revestimento no teto e nas paredes, em tecido mais claro para melhorar a sensação de espaço e conforto. O painel está mais escuro, o tapete de borracha também é novo, assim como o tecido da cortina e da cama – e ao olhar todo esse conjunto, logo nota-se um caminhão mais sóbrio. Os assentos com um design inteiramente renovado são mais aconchegantes, pois a ideia é melhorar o bem-estar do motorista durante as viagens.
Como se trata de um caminhão com tecnologia inteiramente nova, o painel de instrumentos além de estar mais organizado e harmônico, devido às linhas mais suaves, na prática oferece melhor visualização para o motorista graças à grafia renovada. Outra importante mudança feita pelos engenheiros da marca são as novas funções que auxiliam o condutor a operar o veículo de modo mais econômico. A exemplo disso é que, a partir de agora, o motorista consegue identificar o quanto o caminhão está consumido instantaneamente em km/l. Outro auxílio é o Econômetro, ferramenta que indica a faixa verde no conta-giros, equilibrando-a com a potência e a rotação do motor para obter o melhor consumo de combustível.
Contudo, o Axor 1933, assim como todos os 14 membros desta família, traz como maior atributo a tecnologia BlueTec 5 – solução que chegou para atender a norma Proconve P7 (equivalente a Euro 5, aplicada na Europa). A lei exige a redução de 80% nas emissões de MP (material particulado) e de 60% nas emissões de NOx (óxidos de nitrogênio) saídos dos escapamentos dos caminhões, em relação aos modelos Euro 3. E para diminuir esse volume, a tecnologia BlueTec 5 exige a adição do Ar­la 32 (Agente Redutor Líquido) no escapamento do veículo para pós-tratamento dos gases de escape por redução catalítica seletiva, chamada SCR. Graças a esse processo, os caminhões estão mais econômicos e silenciosos, sendo possível trabalhar com bastante liberdade na otimização da combustão do motor, consequentemente resultando em uma queima mais eficiente e na menor emissão de material particulado e fumaça cinza – nocivos à saúde.
Indicado para atividades de médias e longas distâncias, o 1933 atende a logística como milk run, distribuição varejista, transporte de combustível, cegonha e frigorífica, podendo ser atrelado a implementos com baú e semirreboques de três eixos – como nesta aferição.
O modelo, disponível com configuração 4x2, possui cabines simples, estendida e leito, com teto baixo ou alto. E por ir bem nas movimentações intermunicipais, graças às suas dimensões e à variedade de cabines disponíveis, o transportador pode escolher a configuração que melhor se encaixa ao seu negócio. Um dado a se ressaltar sobre o 1933 é que ele está mais forte. O torque antes era de 127 mkgf de 1 400 a 1 600 rpm, e agora aumentou para 132 mkgf de 1 200 rpm a  1 600. Isso garantiu um caminhão mais econômico, possibilitando ao motorista trabalhar numa faixa mais ampla de rotação.
O motor OM 926 de 7,2 litros possui 326 cv, e graças à sua cilindrada está na medida quando o assunto é otimização do consumo. Para se ter uma ideia, em comparação com o 1933 P5/Euro 3, aferido pela Transporte Mundial em fevereiro de 2007, o modelo atual apresentou 9% a mais de economia no mesmo percurso. Lógico que outras variáveis a favor ou contra podem ter influenciado nesse percentual, como o trânsito, por exemplo. Mas vamos concordar que esta diferença é bastante significativa.
O motor trabalha em perfeita harmonia com o câmbio MB G 211 de 16 marchas, graças às trocas precisas. Vale lembrar que o Axor 1933 é o único da linha dos modelos rodoviários a ser comercializado com o câmbio manual.
Mesmo sua tara maior em 270 kg em relação à versão P5/Euro 3, em função das novas tecnologias aplicadas – a BlueTec 5 com catalisador, os dois tanques de combustível que somados são 820 litros e o tanque de Arla de 95 litros –, o Axor está homologado para atuar com 46 000 kg, o maior PBTC  (Peso Bruto Total Combinado) se comparado aos seus concorrentes diretos, na faixa de 300 cv.

Na prática, isso traz vantagens operacionais ao transportador, que pode trafegar com mais carga líquida gastando menos óleo diesel.



Marcos Villela / Andrea Ramos

sábado, 19 de outubro de 2013

Substituto do bitrem

Tendência é cavalo mecânico 8x2 e carreta de três eixos substitui bitrem com muitas vantagens

Quando as composições bitrem de 57 t de PBTC surgiram, elas fizeram muito sucesso por aumentar a eficiência no transporte rodoviário. Porém, como a busca por eficiência não para, um novo tipo de composição surgido na Fenatran de 2009 já é sucesso entre alguns transportadores que já a utilização. Trata-se da composição formada por um cavalo mecânico 8x2 tracionando uma carreta tradicional de três eixos, porém, com os eixos reposicionados e o chassi reforçado em pontos estratégicos.

Enquanto o bitrem de sete eixos carrega 57 t de PBTC (Peso Bruto Total Combinado), mas com tara média de 21 t, portanto com sobra média de 36 t para carga líquida, a composição 8x2 tem PBTC de 54,5 t, tara de 17 t e carga líquida de 37,5 t. As vantagens continuam com o aumento de segurança, maior liberdade de circulação que o bitrem, que sofre restriões para rodar aos sábados, domingos e feriados em algumas regiões do país, além da economia em pneus. O bitrem precisa de 26 pneus, já o 8x2 com o implemento de três precisa de 24 pneus. Além disso, o 8x2 gasta menos pneus na dianteira pois pode andar com a calibragem com 125 PSI contra 95 PSI do 6x2.

Segundo o idealizador da composição 8x2, Cláudio Montanha, da Montanha Implementos Rodoviários, concessionário autorizado Noma do Brasil, para se ter sucesso nesse tipo de composição o trabalho de instalação do quarto eixo no cavalo mecânico (a partir de um trator 6x2) e a construção do implemento precisam ser muito bem feitos. “Por questões de segurança, o quarto eixo precisa ser direcional, ou seja, não pode ser autodirecional, e precisa ser da mesma marca do caminhão”, reforça o empresário.

Cláudio Montanha lembra que tem composição que já rodou mais de 400 mil quilômetros sem problemas, como a da Penacol/Ambev, que ainda roda com pneus originais, segundo o empresário. A Nutrigranja conta com cinco graneleiros 8x2 (foto) que apresentam consumo de diesel entre 2,75 km/l e 2,95 km/l e consumo de pneu similar ao de um bitrem.
O sucesso da composição criada por Cláudio Montanha tem despertado interesse dos fabricantes de caminhões e, já em 2014, deverá surgir cavalos mecânicos originais de fábricas na configuração 8x2, a exemplo do que já existe no segmento de semipesados. A Scania deverá ser uma das primeiras a sair com esse tipo de produto, já que a empresa está com protótipos em fase de teste para homologação.



Marcos Villela

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Nova Scania Streamline


Maior fábrica de caminhões do mundo agora no Brasil

Nova concessionária em Maceió pretende trazer o que há de melhor no segmento

Os empresários Teo Vilela Neto, Elias Vilela, Luiz Carlos Bertho e Marcelo Andrade reservam ao público mais uma novidade. Dessa vez o grupo alinha tecnologia e os melhores componentes de caminhões do mundo, trazendo para Maceió a concessionária da montadora Foton, que será inaugurada ainda este ano. O estabelecimento irá funcionar na Avenida Menino Marcelo, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal.
A vinda da Foton para o Brasil foi fomentada pelo Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto), em que o governo federal prevê uma isenção na sobretaxação de 30% do IPI para automóveis importados que possuam o interesse de produzir no país. A abertura de sua fábrica — no Rio Grande do Sul — já está em processo de construção e em 2016 terá início a sua produção em solo brasileiro. De toda forma, a concessão de dois anos para importação e venda da marca já foi homologada.
Na busca pela expansão da marca, os sócios ainda abrirão outras sedes nos estados de Sergipe e Pernambuco. “Percebemos que havia uma demanda nesse segmento e os produtos disponibilizados pela montadora alinham boa qualidade com baixo custo na compra e também na manutenção”, avalia Teo Vilela Neto. Além das revendas, quem adquirir um Foton pode contar com a assistência técnica em mais de 60 concessionárias que abrirão até o final de 2014 no país.
Sobre a qualidade, a montadora garante a integração dos melhores doranking em componentes para caminhões. “Tudo o que se encontra num Foton, se encontra em outras marcas já consolidadas no país. Só vamos importar caminhões nível premium e utilizamos a mecânica americana Cummins, eixo Dana, caixa de marchas ZF, além de chassi e cabine Lotus, a empresa inglesa que possui uma equipe de Fórmula 1”, explica Vilela.
Com o slogan “O básico é ser completo”, a Foton no Brasil vem com todos os itens de fábrica, como ar condicionado, alarme, trava e vidro elétrico, direção hidráulica, freio abs, airbag, piloto automático, saída para tomada de força, detalhe de madeira no painel e no volante, além de defletor de ar que melhora a aerodinâmica do veículo, economizando combustível.

Para aguçar a curiosidade dos apaixonados por caminhões e para o público em geral, os sócios irão expor dois exemplares do Foton durante os dez dias da Exposição Agropecuária e de Produtos Derivados de Alagoas (Expoagro), que acontece entre os dias 25 de outubro e 03 de novembro no Parque da Pecuária, em Maceió. Os caminhões estarão expostos para avaliação e vendas  no estande em parceria com a 2ª Mostra do Senepol.


Prefeitura de SP veta propaganda em caminhões


A Comissão de Proteção à Paisagem Urbana da Prefeitura de São Paulo proibiu campanhas publicitárias na traseira de caminhões e dos veículos utilitários de cargas (VUCs). Nos últimos nove meses, a agência New Media passou a realizar propagandas para empresas como Cinemark, Claro e Heineken em veículos de carga que circulam pela capital paulista. Os motoristas recebiam entre R$ 600 e R$ 4 mil mensais para circular com a propaganda.

A decisão ocorre no momento em que o governo municipal decidiu flexibilizar algumas normas da Lei Cidade Limpa, que desde 2007 veta qualquer outdoor ou propaganda na capital. A atual gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) liberou cartazes em cinemas e teatros e a veiculação da campanha Pedala SP em 60 bicicletários, 5 mil ônibus e 3 mil táxis.

Um projeto que está em trâmite na Câmara Municipal também quer liberar a propaganda na parte traseira dos 14 mil ônibus e 7 mil peruas do transporte coletivo da cidade.


Na proibição de campanhas publicitárias nos caminhões, a comissão da Prefeitura alega que os anúncios nesses veículos só podem se referir ao serviço oferecido pela empresa proprietária.

Volvo renova linha VM

Modelos 2014 trazem muitas novidades e terão câmbio automatizado I-Shift no ano que vem

Os caminhões semipesados da marca sueca passaram por modificações mais que significativas, além de uma cabine completamente renovada, muito parecida aos FH lançados na Europa no final do ano passado. Além disso, a família recebeu configurações 8x2 e 8x4 de fábrica.
Além das novas configurações, o frotista poderá escolher a transmissão que melhor se enquadra à operação. Por exemplo, optar por caixas de 6, 9, 10 ou 12 velocidades.
A nova linha VM que está em sua quarta geração chega com a possibilidade de ter, em meados do terceiro trimestre de 2014, a transmissão automatizada I-Shift, a mesma que é equipada em mais de 90% dos modelos pesados FH. Essas transmissões mais que mostraram sua eficiência. São capazes de economizar até 5% de combustível, em relação uma caixa manual, além de tornar a viagem mais segura, produtiva e poupar o trem-de-força de agressões causadas por motoristas menos cuidadosos.

Marcos Villela / Andrea Ramos

Caminhões pagam por eixo suspenso a partir de domingo

A partir da zero hora deste domingo, 28, os caminhões terão de pagar pedágio também pelo eixo suspenso.

A medida, tomada logo após o anúncio do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) de reajuste zero nas tarifas deste ano, motivou protestos de caminhoneiros e bloqueios de rodovias no início deste mês. Até agora, a tarifa no Estado é calculada considerando apenas os eixos dos veículos de carga que estão em contato com o pavimento. A partir de domingo, o cálculo será feito levando em conta todos os eixos, independente de estarem ou não em contato com o solo.

De acordo com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), cabe às concessionárias adaptarem seus sistemas de identificação dos veículos para efetivar a cobrança. De acordo com a Artesp, a tarifação dos eixos suspensos foi uma das medidas adotadas para possibilitar o não reajuste do pedágio este ano, já que a partir de julho as tarifas subiriam 6,5% em todas as praças da malha paulista concedida à iniciativa privada.


Segundo a agência, o novo método de cobrança também é necessário para a ampliação do Sistema Ponto a Ponto para veículos comerciais a todo o Estado. O sistema permite o pagamento do pedágio por trecho percorrido, mas não isenta os eixos levantados. O Movimento União Brasil Caminhoneiro informou que discute com a Federação Nacional de Associações de Caminhoneiros e Transportadores (Fenacat) a questão dos pedágios no Estado de São Paulo.


Volvo realoca produção de caminhões para cortar custos

A montadora de caminhões Volvo está realocando parte de sua produção das fábricas em Umea, na Suécia, e Ghent, na Bélgica, como parte de um esforço de três anos com o objetivo de cortar custos e melhorar lucros por todo o grupo.
A realocação de produção de cabines para Gothenburg, no oeste da Suíça e a concentração da montagem de caminhões médios em Blainville, na França, seriam executadas por dois anos e afetariam 900 funcionários, 700 dos quais estavam empregados na Suécia, disse a empresa na quarta-feira.

A montadora de caminhões Volvo está realocando parte de sua produção das fábricas em Umea, na Suécia, e Ghent, na Bélgica, como parte de um esforço de três anos com o objetivo de cortar custos e melhorar lucros por todo o grupo.

A realocação de produção de cabines para Gothenburg, no oeste da Suíça e a concentração da montagem de caminhões médios em Blainville, na França, seriam executadas por dois anos e afetariam 900 funcionários, 700 dos quais estavam empregados na Suécia, disse a empresa na quarta-feira.

Caminhões Volkswagen na luta contra o câncer em MG

Caminhões Volkswagen são importantes reforços na campanha Outubro Rosa, que luta contra o câncer de mama em todo o mundo. Isso porque dez veículos Constellation 15.190 estão fazendo o transporte de unidades móveis para a realização de exames de mamografia em diversas cidades de Minas Gerais. As Unidades Móveis de Saúde da Mulher, desenvolvidas pela fabricante de implementos Truckvan, são parte dos investimentos realizados em função da campanha no Estado e funcionam como clínicas médicas, equipadas com mamógrafos de última geração e aparelhos de ultrassom para a realização de exames de Papanicolau, que servem para identificar câncer no colo do útero.


Projetadas para viabilizar cerca de 700 procedimentos por dia nas cidades mineiras que não têm acesso a esse tipo de exame pela rede pública, as unidades contribuem para o Programa Estadual de Controle do Câncer do Governo de Minas Gerais. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a doença que é a que mais mata mulheres no Brasil e deve atingir cerca de 4.700 mineiras neste ano.

Entenda a campanha

O movimento popular Outubro Rosa ficou mundialmente conhecido por conscientizar a população sobre a importância da mamografia no diagnóstico precoce do câncer de mama. De acordo com o Ministério da Saúde, o ano de 2012 registrou crescimento de 37% na realização de mamografias na faixa prioritária – de 50 a 69 anos – em comparação com 2010, no Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa não é a primeira vez que caminhões Volkswagen participam de campanhas como essa. Desde o ano passado, um caminhão VW Constellation 13.180 transporta uma Unidade Móvel de Mamografia pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do subdistrito da Mooca, em São Paulo. O projeto itinerante é resultado da parceria entre a fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e caminhões MAN, Instituto Se Toque, Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Justiça Federal.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Eaton apresenta novas transmissões automatizadas para o mercado brasileiro de pesados


por Leandro Tavares,
de Valinhos (SP) para o Brasil Caminhoneiro

Não é de hoje que as transmissões automatizadas chegaram ao Brasil. E o conhecimento geral sobre esta tecnologia é traduzido em aceitação dos consumidores, tanto que mais de 90% dos caminhões extrapesados já vem equipados com caixa automatizada - quase todas as principais fabricantes inclusive disponibilizam o item de série para seus modelos deste setor. Com este segmento dominado, o próximo passo é introduzir a transmissão em caminhões semipesados. E para este plano a Eaton está preparada.


Nesta quinta-feira, a empresa de gerenciamento de energia apresentou à imprensa as suas novidades em transmissão para os próximos anos. Os equipamentos UltraShift Plus MHD, UltraShift Plus VXP e UltraShift Plus MXP podem ser configurados para equipar trens de força capazes de tracionar de 23 (semipesado) a 120 (fora de estrada) toneladas.
Para se diferenciar no concorrido mercado da transmissão automatizada, a Eaton conta com dois fatores. Ricardo Dantas, diretor de marketing de veículos do grupo Eaton no Brasil, explica: “A caixa semipesada é única no mercado. Não existe neste segmento esta caixa com esta configuração. No geral, estes são produtos desenvolvidos para a relação peso x potencia do mercado brasileiro. Aqui há uma troca de marcha intensa, e este é um produto feito para o mercado brasileiro.”

Além deste, outro ponto garante a confiança da Eaton no produto. “Temos a caixa fuller, que é a mais durável do mercado. Quando você pega esta caixa mecânica e a automatiza, ela se torna ainda mais durável por não ter os sincronizadores, que são itens de desgastes”, avalia o executivo.

De acordo com Ricardo Dantas, o desenvolvimento da transmissão para o Brasil ocorreu de maneira natural. “A base mecânica dela é basicamente a mesma da caixa americana. A grande mudança é o software, que entende como se comporta um veículo no Brasil. Temos uma engenharia local bastante capaz, e quando você junta a automação com a parte mecânica, ela já é brasileira, feita localmente, dentro dos parâmetros do Inovar-Auto”, completou.

A transmissão UltraShift PLUS MHD de 9 velocidades mais uma crawler possui torque de 1.100 Nm e relação total de marchas de 17:1. Esta caixa esta dimensionada para equipar caminhões semipesados com até 30 toneladas de PBT. Já a UltraShift PLUS VXP é uma caixa com Retarder, de 16 ou 18 velocidades à frente mais quatro à ré, capacidade de torque de 3.000 Nm, relação total de marchas de 25:1, conceito de duplo contra-eixo e sem anéis sincronizadores, o que dá mais durabilidade ao equipamento.

Por sua característica fora de estrada, esta transmissão foi pensada para operar em caminhões de mineração, madeireiros e cana-de-açúcar, com até 120 toneladas de PBTC. Para os extrapesados rodoviários de até 74 toneladas de PBTC, a empresa desenvolveu a Ultrashift PLUS MXP, disponível em 16 e 18 velocidades à frente, torque de 3.000 Nm e relação total de marchas 20:1.


Librelato lança implementos inéditos da nova Linha Horizon na Fenatran 2013


A Librelato lançará na Fenatran quatro novos produtos na Linha de Eixo e Linha Alumínio de implementos. Além destes, estarão expostos mais quatro modelos da Linha Pesada e dois da Linha Leve. Todos fazem parte da Linha Horizon, apresentada em julho pela marca.

Na Linha de Eixo a Librelato traz um equipamento único em produção nacional, para atender ao mercado de transporte de cargas indivisíveis. O implemento foi desenvolvido para transportar elementos de dimensões e pesos elevados, permitindo uma melhor distribuição de peso por eixo que reduz o impacto sobre pavimentos (estradas) e reduz a altura final do conjunto transportador, facilitando a passagem sobre pontes e viadutos. E, também permite uma maior estabilidade da carga, na medida em que permite um rebaixamento do centro de gravidade e um encaixe melhor da carga dentro da plataforma do veículo.

A Linha Alumínio foi amplamente testada na Europa, com alta tecnologia e desenvolvida para rodar as estradas brasileiras. Estes equipamentos são direcionados ao transporte de grandes volumes com peso específico reduzido como: grãos, açúcar, material corrosivo, adubos, nitrato, calcário, resíduos industriais etc. A redução de tara aumenta a capacidade de carga útil ao cliente e, o material em alumínio torna o produto mais leve, competitivo e proporciona uma maior capacidade de carga líquida.


Outra grande novidade que será apresentada na feira é a Carroceria Metálica Coletor Compactador de Lixo. O sistema de carga lateral automatizada traz inovação tecnológica para o país na coleta de resíduos. São tecnologias de última geração para o gerenciamento dos resíduos sólidos. O conjunto do equipamento é montado sobre um chassi de veículo e, é composto por um sistema de elevação de contêineres (braços extensíveis), um funil de recepção de resíduos, um sistema de compactação e um compartimento para armazenamento dos resíduos compactados. As ações de coleta são realizadas pelo próprio motorista, que sozinho, utiliza um sistema computadorizado comandado por um teclado e um joystick (comando lateral do equipamento), para o recolhimento do lixo, que além da praticidade nos grandes centros, reduz a utilização de mão-de-obra, já que é da própria cabine do caminhão que o motorista recolhe o lixo, através dos mecanismos computadorizado. O sistema possui um circuito fechado de quatro câmeras que permite a visualização de todas as etapas pelo motorista.



Terra Master Logística investe em ativos e tecnologias

A Terra Master Logística e Transporte, que opera a partir do Porto de Santos (SP), agregou à sua frota mais três caminhões da marca Scania P360 e seis porta-contêineres, sendo três de 20’ e três de 40’. Além disso, adquiriu rastreadores e outros acessórios, como botão de pânico e sensores de abertura de portas, de desengate, de violação de painel e corta combustível, para que os veículos trafeguem com segurança. Ao todo, a companhia investiu R$ 1,4 milhão nas aquisições.
Segundo o presidente da Terra Master, Thiago Veneziani, com a aplicação dos caminhões e dos implementos a companhia dobra sua capacidade de transporte, que hoje é de 200 carregamentos por mês, e oferece mais agilidade e segurança para seus clientes. “Investimos para atender com eficácia a nossa demanda, que vem crescendo 40% ao ano”, calcula. Sem revelar números consolidados, o executivo anuncia que para este ano a meta é computar um aumento de 40% também no faturamento.
Os investimentos também fazem parte do processo de acompanhar a evolução do setor. Na opinião de Veneziani, o terminal santista mudou e vai mudar ainda mais com a profissionalização de seus diferentes setores. “As empresas que trabalham com o porto devem se adequar à nova realidade”, salienta. Ainda de acordo com o presidente, o ambiente no setor é cada dia mais competitivo, por isso o investimento em melhorias deve ser constante.

Fonte: Tecno logística Matéria enviada por Juliano Costa







Programa quer retirar 70 mil caminhões velhos das estradas

Governo do Estado dará detalhes, na semana que vem, sobre os incentivos para troca


JÁDER REZENDE
Programa inédito no país, a ser lançado nos próximos dias em Belo Horizonte, pretende riscar do mapa rodoviário de Minas Gerais milhares de sucatas ainda em circulação, segundo informou ontem o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

A meta é substituir por veículos novos uma frota de cerca de 70 mil caminhões com mais de 30 anos. Dados da Polícia Rodoviária Federal revelam que, a cada dia, cerca de 30 acidentes envolvendo caminhões e carretas são registrados em rodovias mineiras. Somente no primeiro semestre deste ano foram computadas 5.272 dessas ocorrências, com 87 mortes.

Além da indústria automobilística, siderúrgicas mineiras também estarão envolvidas no novo programa de substituição de frota. Caberá a elas promover a reciclagem das sucatas. Segundo Moan, detalhes de todo o processo serão divulgados no início da próxima semana pelo governo de Minas Gerais, que definirá como será feita a retirada dos veículos em circulação e as vantagens a serem oferecidas aos caminhoneiros que participarão do processo, bem como o tratamento dado às sucatas.

O anúncio será feito pelo governador Antonio Anastasia, na Assembleia Legislativa, antes de o texto ser apreciado pelos parlamentares. “Isso é poluição, insegurança no trânsito, e será um programa inteligente e estimulante”, afirma o presidente da Anfavea, lembrando que programas de menor impacto foram testados no porto de Santos, em São Paulo, e no Rio de Janeiro, mas são pontuais e ainda não trouxeram impacto nas vendas.


Sem correria. Para Moan, a idade mínima para que os caminhões possam se enquadrar no programa evita o surgimento de uma bolha de consumo no setor, o que poderia prejudicar as indústrias. No entanto, os 70 mil caminhões passíveis de serem substituídos correspondem a quase metade da meta de 150 mil caminhões previstos para todo o mercado nacional de 2013. “Essa renovação será ao longo do tempo e não haverá uma bolha de consumo”, disse.

Ele afirmou ainda que, se preciso, a Anfavea trabalhará junto a todos os Estados brasileiros para fazer programas regionais de renovação de frota de pesados, mas que a meta da entidade é “fazer um programa federal”. Até agora, um programa federal de renovação de frota foi discutido entre a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas não avançou.


“O grande entrave é por culpa nossa, pois cada entidade apresentou um programa ao governo. Conheço até dez propostas diferentes”, afirmou Moan, que comemorou o anúncio da prorrogação, para 2014 do Programa de Sustentação do Investimento para bens de capital, entre eles caminhões e ônibus – para ele uma “medida que trará crescimento nas vendas.”

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Quebrada de asa k-bulosa


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Transportadora espanhola adquire 400 Mercedes-Benz Actros

Novas unidades serão entregues à companhia até janeiro do ano que vem

A Primafrio, empresa de transportes espanhola, fez o pedido de 400 caminhões Actros, da Mercedes-Benz. Os veículos encomendados destinam-se à modernização da frota da companhia, que conta com cerca de 750 veículos. Os novos caminhões serão entregues ao cliente até janeiro de 2014.

“Estamos orgulhosos pela Primafrio ter optado por nossos caminhões, realizando a maior compra de sua história e aumentando, substancialmente, o número de veículos Mercedes-Benz em sua frota”, disse Stefan Buchner, CEO da Mercedes-Benz Trucks, na entrega dos veículos.


“A economia desempenha um papel crucial para nós, como empresa de logística. Os fatores decisivos que nos convenceram a optar pelos Actros foram a economia de combustível e também os serviços customizados de pós-venda”, disse Esteban Conesa, proprietário da Primafrio.


Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil




sexta-feira, 11 de outubro de 2013

JBS adquire 117 caminhões Volvo

Foram vendidas 97 unidades do modelo 420 6×2 e outras 20 unidades do modelo 540 6×4

O JBS, grupo processador de proteína animal, renovou sua frota de caminhões pesados com 117 caminhões da Volvo, sendo 97 unidades do modelo 420 6×2 e 20 unidades do modelo 540 6×4 com câmbio i-Shift.

A JBS incluiu na negociação com a Auto Sueco São Paulo, concessionária de veículos Volvo, a troca de alguns caminhões antigos pelos atuais, mantendo a frota com idade média de três anos.

“Nossa parceria com a JBS já dura alguns anos, conhecemos a necessidade do cliente. Ainda fizemos o treinamento dos motoristas para que tirem o máximo desempenho dos novos equipamentos”, explica o diretor executivo da Auto Sueco, Fernando Ferreira.

A nova frota da JBS vai atuar no transporte de contêineres, saindo do Porto de Santos (SP) para atender os frigoríficos da empresa em todo o Brasil.

Volvo engata a sexta marcha

     Embalada pelo agronegócio, a montadora sueca está perto de roubar da americana Ford a terceira posição no ranking da produção de caminhões no Brasil

      Nos últimos três anos, a subsidiária da montadora sueca Volvo vem pisando firme no acelerador. Em 2011, a empresa ultrapassou a conterrânea Scania. Agora, está prestes a deixar para trás a americana Ford, roubando-lhe a terceira posição no ranking brasileiro de caminhões, liderado pelas alemãs Man/Volkswagem e Mercedes. Trata-se de uma façanha e tanto, uma vez que a Ford ocupa esse posto há 17 anos. A diferença cai a cada mês e está em escassas 71 unidades, levando-se em conta o acumulado janeiro-agosto, com 13.727 unidades para a Ford e 13.656 para a Volvo. Mas, afinal, o que fez com que a Volvo tivesse um desempenho tão favorável? Um dos fatores é o bom momento vivido pelo agronegócio.
Nos últimos três anos, a subsidiária da montadora sueca Volvo vem pisando firme no acelerador. Em 2011, a empresa ultrapassou a conterrânea Scania. Agora, está prestes a deixar para trás a americana Ford, roubando-lhe a terceira posição no ranking brasileiro de caminhões, liderado pelas alemãs Man/Volkswagem e Mercedes. Trata-se de uma façanha e tanto, uma vez que a Ford ocupa esse posto há 17 anos. A diferença cai a cada mês e está em escassas 71 unidades, levando-se em conta o acumulado janeiro-agosto, com 13.727 unidades para a Ford e 13.656 para a Volvo. Mas, afinal, o que fez com que a Volvo tivesse um desempenho tão favorável? Um dos fatores é o bom momento vivido pelo agronegócio.

É que, para transportar a safra recorde de 187,9 milhões de toneladas de grãos, os operadores logísticos tiveram de apostar em veículos pesados e extrapesados, a especialidade da Volvo. Além disso, as múltiplas obras de infraestrutura em andamento pelo País afora ajudaram a explodir a demanda por veículos desses nichos. De janeiro a agosto eles representaram 60% do total de caminhões comercializados, de acordo com números da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “Queremos um crescimento consistente, não um voo de galinha”, afirma o diretor de caminhões da Volvo, Bernardo Fedalto.


Para dar conta da carteira de pedidos, a fábrica da montadora, situada no Distrito Industrial de Curitiba, opera a todo vapor. Lá, são montados 117 veículos por dia, volume ainda insuficiente para atender a demanda. Segundo Fedalto, a fila de espera chega a 45 dias. A subsidiária está colhendo os frutos de um ciclo de investimento em andamento de US$ 600 milhões programado para o período 2013-2015. Nessa conta está incluída a ampliação da fábrica, além do desenvolvimento e da produção de um novo modelo, que chegará ao mercado em 2014 para substituir a atual família de extrapesados. Batizado de linha FH, o veículo acaba de chegar às estradas europeias.


Um dos comerciais de tevê tem como garoto-propaganda o CEO global Clais Nielssen, que aparece pendurado sobre um caminhão içado por um guindaste, a uma altura de 20 metros, no porto de Gotemburgo, o maior da Suécia. Além da boa performance do agronegócio brasileiro, das obras do PAC e da movimentação em torno da Copa do Mundo 2014, a longa trajetória da marca com veículos de grande porte também pode ser apontada como um fator que ajudou a Volvo a engatar a sexta marcha por aqui. "Neste segmento, a opinião do motorista conta muito no momento que os transportadores pensam em renovar suas frotas”, diz o sócio da Kross Consultoria, Emanuel Queiroz. “Quem tem tradição acaba levando a melhor."

Para chegar mais perto dos consumidores, os suecos pretendem ampliar o número de revendas. A meta é adicionar cinco concessionárias à sua rede, apostando nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde se concentra a produção de grãos. Com isso, a marca deve fechar o ano com 90 pontos de venda. Outro aspecto importante do plano traçado é a qualificação dos mecânicos. Somente neste ano serão capacitados 1.740 profissionais. “Nosso caminhão não pode ficar parado”, diz Fedalto.

E a Ford, como fica nessa história? Bem, diante da ameaça nórdica, os dirigentes da montadora americana no Brasil resolveram adicionar um veículo extrapesado à sua linha Cargo. O modelo foi apresentado em julho, durante uma festa cercada de pompa e circunstância em pleno deserto do Atacama, no Chile. A reação da Ford, ainda não foi suficiente para defender sua posição. Desde maio, os dirigentes da Volvo veem os americanos se distanciarem cada vez mais no retrovisor. No mês passado, por exemplo, os suecos comercializaram 2.054 unidades ante 1.872 vendidas pelos ex-donos absolutos do terceiro lugar. Procurada a Ford não se manifestou.

Por Ana Paula MACHADO

 
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