Segurança nas estradas é um assunto amplo e são vários os
fatores que contribuem para uma via ter ou não um baixo índice de acidentes.
Avaliar esses importantes quesitos em nível mundial é uma tarefa desafiadora e
que nunca antes havia sido conduzida em tamanha profundidade tal qual o novo
estudo do Instituto de Pesquisas de Transportes da Universidade de Michigan.
Nele, pesquisadores avaliaram
fatores chaves como fatalidades por população, por quantidade de veículos, por
quilômetro percorrido, número de viagens e número de motoristas – sempre com o
intuito de indicar os países que apresentam os menores e maiores riscos de
acidentes nas estradas.
Por vias de comparação, o
estudo ainda abordou mortes por doenças cardiovasculares, câncer e doenças
cerebrovasculares, as líderes mundiais de falências.
O resultado da pesquisa é
interessante. Dentre as avaliações, a mais simples é aquela que aborda o número
de falecidos em acidentes em estradas a cada 100 mil habitantes. A Namíbia, no
continente africano, encabeçou a lista dos piores países, com 45 mortes a cada
100 mil namibianos. Em seguida vem à Tailândia, com 44, depois Irã com 38,
Sudão e Suazilândia empatados com 36, Venezuela com 35 e Congo com 34.
O Brasil fica na posição 42
dos 193 países pesquisados, com uma média de 22 mortes, enquanto a média
mundial em acidentes nas estradas fica em 18 mortes a cada 100 mil pessoas.
Mas existem países em que
mortes no trânsito são bastante raras, como a República das Maldivas, a ilha do
Oceano Índico que apresenta uma média de apenas duas mortes por acidentes em
estradas a cada 100 mil habitantes, ficando com o título de país com trânsito
mais seguro do mundo.
O segundo país mais seguro é o
Tajiquistão, empatado com Malta, ambos com três falências relacionadas ao
trânsito. Ilhas Fiji, Ilhas Marshall, Israel, Antigua e Barbuda, Tonga e
Holanda seguem com o terceiro melhor número, uma média de apenas quatro mortes
a cada 100 mil habitantes.
Fonte: blogdocaminhoneiro.com

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