sexta-feira, 7 de março de 2014

Comprar uma carreta requer atenção a uma série de aspectos

Scania estabelece novo recorde de patentes

Em 2013 fabricante registrou mais de 700 novas invenções, um aumento de 40% em relação ao ano anterior


Os sistemas eletrônicos e de controle foram os principais incentivadores para a Scania aumentar em cerca de 40% o registro de patentes em 2013 quando comparado com 2012.

Os departamentos de controle de desenvolvimento de sistemas de powertrain e do departamento de desenvolvimento de tecnologia híbrida submeteram grande parcela das ideias, com um número médio de cinco invenções por cada dez funcionários.

Consequentemente, um novo recorde de 285 pedidos de patentes já foram solicitados só nesse início de ano. "Estamos animados para ver novos níveis recordes ano após ano, diz Stina Sjögren Paulsson, chefe do Departamento de Patentes da Scania. "Com todas as invenções em nossa linha de produção, eu não ficaria surpreso se chegarmos a um número ainda maior quando resumimos 2014".

Uma vez que cada pedido de patente, muitas vezes desencadeia aplicações em vários países , a carteira total de patentes da Scania tem crescido de forma consistente por vários anos.

Fonte: blogdocaminhoneiro.com/

Iveco expõe caminhões vocacionados para agricultura na Expodireto Cotrijal



Não-me-toque, município a 300 quilômetros da capital gaúcha, Porto Alegre, sediará a 15ª edição da Expodireto Cotrijal, feira agrícola internacional promovida anualmente pela Cooperativa Agropecuária e Industrial, cuja sigla dá nome ao evento. Com duas de suas empresas irmãs participando, a Iveco aproveitará a ocasião para expor seus produtos e os diferenciais de cada um ao público presente entre os dias 10 e 14 de março. Os caminhões estarão expostos nos estandes da New Holland e Case IH, marcas de máquinas agrícolas da CNH Industrial.

O estande da Case IH será vitrine para um Tector 240E28, equipado com motor Euro 5 que desenvolve 280 cavalos de potência e 950 Nm de torque em uma faixa de 700 rpm. A transmissão é a sincronizada Eaton FTS 16108LL de 10 marchas. Para o conforto do motorista, o ar-condicionado é de série. Versátil, o modelo pode receber diversos tipos de implementos, o que lhe permite ser usado tanto no asfalto quanto no campo.


A New Holland, por sua vez, receberá dois representantes Iveco. O Vertis 90V18 HD, caminhão médio reconhecido pelo mercado como o mais potente do segmento, com motorização Euro 5 de 177 cavalos de potência e torque de 570 Nm a 1.250 rpm. Mesmo entregando este excepcional desempenho, o modelo é econômico: na comparação com a versão Euro 3 anterior, teve seu consumo de óleo diesel reduzido em 5,5%, em média. Frente a concorrentes diretos, o percentual chegou aos 11% de economia. O chassi reforçado confere ao modelo inúmeras possibilidades de aplicação, em particular nas mais severas, sem comprometer o conforto, garantido pelo sistema de suspensão da cabine, que conta com quatro pontos de fixação e amortecedores e molas bastante robustos.


Dividindo as atenções no estande, o Stralis Hi-Way 600S44 é destaque absoluto em sua categoria. Único com 4 anos de garantia do segmento, traz motor de 13 litros que desenvolve 440 cavalos de potência e 2.100 Nm de torque, acoplado à caixa de câmbio ZF modelo 16AS2630 TO, de 16 velocidades. O modelo é 7,5% mais econômico em consumo de combustível em relação à geração anterior, e seus custos de manutenção são até 5% menores do que a concorrência em três anos de uso.


Fonte: blogdocaminhoneiro.com/

07/03/2014 06h07 - Atualizado em 07/03/2014 06h41 Falta de caminhões para transportar a soja prejudica a safra em MT

Grãos estão muito úmidos e o tempo para secá-los aumentou.
Em efeito cascata, cresceu também a fila para descarregar a produção.


Em Mato Grosso, o excesso de chuva tem complicado a vida dos agricultores. Quando o tempo abre, falta caminhão para transportar a soja até os armazéns.
Nuvens carregadas encobrem as plantações. A ameaça de chuva é constante e pressiona o ritmo dos trabalhos no campo.
Na fazenda da família Ferri, em Campo Verde, os próprios donos comandam as colheitadeiras. Mais da metade dos 1.140 hectares de soja ainda não foi colhida e a preocupação aumenta a cada dia, conforme a produtividade da lavoura é prejudicada. "A gente está vendo a safra se perder, uma safra de frustrações, de grandes expectativas, todo mundo achava que seria uma supersafra", diz o agricultor Fernando Ferri.
Um pouco mais de 60% da safra de soja já foi colhida, em Mato Grosso. É preciso correr, só que nos últimos dias tem faltado caminhão para transportar a soja recém-colhida. Como os grãos estão saindo muito úmidos do campo, o tempo para secá-los nos armazéns chega a ficar até três, quatro vezes maior e a fila de espera para descarregar a produção também aumenta.
A demora tem efeito cascata. Se o caminhão custa a voltar para a fazenda, as colheitadeiras têm que pisar no freio.


Para não ter que interromper os trabalhos, o jeito foi encontrar espaço para despejar os grãos na base do improviso. Debaixo de uma lona estão guardadas hoje aproximadamente 1,5 mil sacas de soja, o equivalente a 90 toneladas na fazenda dos Ferri. "Esse aqui é o retrato do desespero, da falta de estrutura do produtor matogrossense. A gente tem que se sujeitar a esta situação, que não é vantagem para ninguém".


Fonte: Globo Rural

quinta-feira, 6 de março de 2014

Peterbilt e Cummins apresentam o caminhão mais econômico do mundo

As empresas norte-americanas Peterbilt e Cummins (respectivamente, montadora e fabricante de motores) desenvolveram o “SuperTruck”, o caminhão pesado mais econômico do mundo, capaz de rodar 4,54 quilômetros com um litro de diesel. O veículo foi apresentado ao presidente Barack Obama, é uma iniciativa para atender a política de redução do consumo de combustível nos Estados Unidos.


Marca do Grupo Paccar (que também detém a DAF), a Peterbilt teve o seu cavalo mecânico pesado 579 escolhido para os testes. O propulsor é um Cummins ISX 15. A marca de consumo de 4,54 km/l foi alcançada durante testes em dezembro de 2013, entre as cidades de Denton e Vernon, no Texas. O caminhão, lastreado com 29 toneladas, a uma velocidade média de pouco mais de 100 km/h, percorreu cerca de 500 quilômetros, exatamente a mesma distância que havia feito há dois anos (quando registrou a média de 2,3 km/l).

O “SuperTruck” é fruto de iniciativa público-privada para estimular a inovação na indústria norte-americana de veículos comerciais, com apoio de agências do governo, laboratórios e universidades, além do Departamento de Energia dos EUA (DOE). Em quatro anos, foram investidos 38,8 milhões de dólares no programa, que deve chegar ao fim em 2014.

Tudo começou em 2009 e, de acordo com as empresas envolvidas, as melhorias realizadas no SuperTruck já permitiram atingir ganhos de até 75% de economia de combustível, além de reduzir em 43% as emissões de gases nocivos ao meio ambiente. Na prática, a economia com combustível pode chegar ao valor de 27.000 dólares por ano.

Segundo a Cummins, o motor ISX15 converte o calor do escape em potência entregue ao virabrequim. Além disso, o sistema de trem de força é controlado eletronicamente para aumentar a rentabilidade do uso do combustível. A Eaton, que também participou do projeto, está desenvolvendo uma transmissão automatizada que aumentará a eficiência de combustível em caminhões pesados.



quarta-feira, 5 de março de 2014

Pecuaristas de MT têm dificuldade em transportar bovinos até frigoríficos

Criadores de Mato Grosso estão encontrando dificuldade em locomover o rebanho bovino até os locais de abate. Os caminhões que fazem o transporte deste tipo de carga estão ficando atolados nas estradas e os prejuízos acabam afetando os dois lados da cadeia produtiva: pecuaristas e frigoríficos. A precariedade das rodovias é agravada pela ocorrência de chuvas em várias regiões do estado.


As dificuldades surgem no momento em que a arroba do boi apresenta uma boa cotação, acima de R$ 100,00 na média estadual. Com isso, o criador deixa de vender o gado e a indústria se vê obrigada a procurar outros meios. É o que explica é o superintendente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo – MT), Jovenino Borges. “Na região de Nova Monte Verde, Juína e Juara a situação está complicada. Os frigoríficos estão cogitando trazer animais de outros estados porque as fazendas não estão conseguindo embarcar os animais”, diz.

O vice-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Jorge Basílio, que também é produtor em Juína, afirma que as estradas da região são, em sua maioria, de terra e que no período chuvoso as vias ficam intransitáveis. “Os caminhões estão ficando parados no caminho e isso reflete em perdas aos produtores e população”, completa Basílio.

Fonte: Agro Debate

Denatran declara ilegal inclusão de 4º eixo em carreta LS

“Não é possível a modificação de semirreboque a fim de que o veículo passe a ter quatro eixos.” Esta foi a resposta dada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) à Ative Avaliações Técnicas. A empresa, que faz inspeção veicular e tem sede em Maringá, Ourinhos, Itapetininga, Curitiba, Osasco, Franca e Marília, havia questionado o órgão sobre a possibilidade da inclusão de um quarto eixo autodirecional numa carreta LS de três eixos.


Segundo o Denatran, a mudança não encontra respaldo na portaria 63 de 2009, que estabelece as configurações possíveis de veículos de carga.

De acordo com Rodrigo Boni, responsável técnico da Ative em Maringá, a consulta foi feita porque muitos proprietários de carretas têm procurado a empresa perguntando sobre essa possibilidade. “Agora nós estamos orientando para que não seja feita a mudança”, afirma.


Desde que, em janeiro de 2011, a resolução 201 do Contran obrigou o uso de cavalo 6×4 para puxar bitrem, o que encarece a configuração, alguns transportadores começaram a procurar alternativas para carregar o mesmo tanto ou quase o mesmo tanto de carga que os sete eixos (57 toneladas de PBTC), sem aumento de custo.

Algumas dessas alternativa são legais, como a vanderleia e o 8×2. Já outras, como a carreta de quatro eixo, são proibidas.

A reportagem apurou que a inclusão do quarto eixo na carreta LS tem sido comum na região de Maringá e em Mato Grosso.


 
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